Este blog foi criado com objetivo de divulgar os trabalhos com as tecnologias e as açoes do Cefapro e das escolas do polo.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Encontro de Formação de Gestores das Redes Municipais - CEFAPRO - São Félix
CEFAPRO de São Félix do Araguaia realiza o I Encontro de formação de gestores das redes municipais do pólo.
O CEFAPRO de São Félix do Araguaia realizou no período de 30/03 a 01/04/11 o Primeiro Encontro de Formação de Gestores das redes municipais do seu pólo. O encontro contou com a participação dos gestores escolares dos municípios de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Luciara, Novo Santo Antonio, Serra Nova Dourada e São Félix do Araguaia. Contou ainda com a presença dos Secretários Municipais de Alto Boa Vista, Novo Santo Antonio e São Félix.
Na ocasião foram trabalhadas, por sugestão das Secretarias Municipais as seguintes temáticas: O Cefapro e suas funções, O sala de Educador – elaboração e desenvolvimento, Escola Ativa – Concepção e metodologia, Educação Infantil, Provinha Brasil, Implementação da Lei 10639/03, Planejamento e EJA – Legislação e forma de organização.
quarta-feira, 16 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
13 Perguntas e respostas sobre computadores na pré-escola
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2. Qual deve ser o foco do trabalho com as crianças?
3. É preciso garantir uma máquina para cada criança?
4. E o aluno que nunca teve acesso à informática?
5. Os pequenos podem brincar com o computador?
6. Quais as características de um bom jogo online?
7. O educador precisa dominar informática?
8. Qual o tempo ideal de uso da máquina por dia?
9. Ter acesso à internet é fundamental?
10. É válido usar programas para desenhar?
12. A aprendizagem da escrita à mão fica prejudicada?
13. A troca mensagens eletrônicas deve ser estimulada?
Acessem e confiram as respostas: 13 Perguntas e respostas sobre computadores na pré-escola
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Projetos e planos de aula
Nova Escola: diversos planos de aula organizados por níveis: Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio.
Áreas: Alfabetização, Matemática, Língua Portuguesa, História, Geografia, Ciências Naturais, Arte, Língua Estrangeira, Educação Física. O site também disponibiliza os planos de aula publicados no Jornal da Tarde de domingo.
Portal do Professor – O portal possui diversas aulas elaboradas por educadores. Há destaque para o bom uso de recursos digitais e propostas de uso das TIC. Há um filtro para selecionar aulas organizadas por ciclos, áreas e temas: Ensino Fundamental Inicial, Ensino Fundamental Final, Ensino Médio e Ensino Profissional.
E-Aprender – O site disponibiliza planos de aulas organizados em disciplinas. Há também dicas para elaboração de planosYahoo Educação – Diversas atividades sugeridas utilizando as tecnologias de comunicação e informação
Sabesp – Esta área do site é dedicada a educadores e apresenta propostas para trabalhar assuntos relacionados a água e saneamento
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O Professor e a Mais Valia Relativa
Recentemente a sociedade vem denunciando a má qualidade de ensino público e cobrando do estado uma postura em relação ao problema. O interessante é que o Estado, a sociedade e os meios de comunicação colocam como único e principal responsável pelo problema os professores. Mas, ninguém chegou paras os meios de comunicação para mostrar como o ensino público chegou a ficar do jeito que está.
Vamos pegar apenas dois aspectos (de vários) de como a estrutura de ensino vinha e vem sendo modificado para atender aos nossos alunos. Estou me referindo: 1) carga horária das disciplinas e dos professores 2) a quantidade de alunos por sala de aula..
Primeiramente, vamos analisar a carga horária das disciplinas. Para tanto, vamos pegar a disciplina de Geografia (já que sou professor de Geografia). Quando comecei a ensinar, a disciplina possuía três aulas por semana para cada turma. Como eu tinha e tenho que cumprir uma Carga Horária de 25 horas semanais, eu tinha 8 turmas e cada turma aproximadamente com 40 alunos. Isso quer dizer que eu tinha 320 alunos para passar e corrigir avaliações no decorre do ano letivo. O que ocorreu no decorre dos anos: a carga horária da disciplina encolheu em uma aula ficando, portanto com uma Carga Horária de 2 aulas por semanas. Isso quer dizer que o professor agora tem que ter 12 turmas para cumprir sua Carga Horária de 25 horas semanais e agora passou a ter 480 alunos (40 x 12) para avaliar. Sendo que houve uma aumento de 50% nas atividades de correção de avaliações e encerramentos de cadernetas. Imaginem os senhores que em alguns colégios estão planejando se colocar as disciplinas História e Geografia com apenas uma aula por semana. Isso quer dizer que o professor terá que ter 25 turmas para completar sua carga horária e 1.000 alunos (40 x 25) para corrigir testes e exercícios.
Analisando a Grade Curricular
É comum, no início do ano se fazer uma reunião, chamada Pedagógica (eu sempre digo que é administrativa), para se discutir os problemas passados do colégio e como se resolve-los no futuro. Um dos temas que geralmente são discutidos é a Grade Curricular. Essa grade é quem defini a quantidade de aulas por disciplinas para cada série, observando a carga horária mínima obrigatória. Na decisão de equacionar a grade curricular podemos observar duas situações: a)quando a grade já vem pronta da secretaria (é imposta aos professores); b)quando se discute na Reunião dita Pedagógica.
Na grande maioria dos colégios, essa grade, geralmente, vem definida da Secretaria de Educação e é equacionada de acordo com interesses administrativos e nem sempre pedagógicos. Entre esses interesses está o de alocar a quantidade da aulas de acordo com a quantidade de professores, salas de aula e alunos disponíveis na rede, as vezes visando a economia de professores (clique aqui). Se existe professores sobrando de uma determinada disciplina e faltando em outras é feito a arrumação colocando mais turma para os professores de determinada disciplinas que estão sobrando e diminui-se a quantidade de turmas para os professores que estão faltando e se mesmo assim ficarem turmas faltando professores, aumenta-se a quantidade de alunos por sala de aula e conseqüentemente diminui-se a quantidade de turmas. E ultimamente tem-se colocado os chamados pacotes (são exemplos os Acelera e o Ensino de Jovens e Adultos) para apressar o aluno em determinadas séries visando com que ele complete o primeiro ou segundo grau, mais cedo, com o intuito de que ele saindo irá abrir novas vagas para novos alunos.
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